A Place You Can Trust

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A Place You Can Trust

“O Doiro sublimado. O prodígio de uma paisagem que deixa de o ser à força de se desmedir. Não é um panorama que os olhos contemplam: é um excesso da natureza. Socalcos que são passadas de homens titânicos a subir as encostas, volumes, cores e modulações que nenhum escultor, pintor ou músico podem traduzir, horizontes dilatados para além dos limiares plausíveis da visão. Um universo virginal, como se tivesse acabado de nascer, e já eterno pela harmonia, pela serenidade, pelo silêncio que nem o rio se atreve a quebrar, ora a sumir-se furtivo por detrás dos montes, ora pasmado lá no fundo a reflectir o seu próprio assombro. Um poema geológico. A beleza absoluta.”

Miguel Torga in “Diário XII”

Na margem esquerda do Douro, Cinfães está a pouco mais de uma hora dos centros urbanos do Porto, Braga e de Aveiro, e a menos de uma hora de Viseu.

Cinfães é o local onde se inspira natureza e expira saúde. O local perfeito para desfrutar da paz e do sossego, numa região no seu estado de conservação mais puro, a dois passos dos grandes centros urbanos.

Com paisagens naturais únicas, património histórico e cultural diversificado e aldeias encantadoras, que parecem saídas de um conto de fadas, Cinfães é um verdadeiro paraíso para descobrir com calma.

Foi em Cinfães, na freguesia de Santiago de Piães, que o nosso primeiro rei, D. Afonso Henriques, viveu parte da sua juventude, sempre acompanhado e cuidadosa e estrategicamente educado, pelo seu aio, D. Egas Moniz.

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Aldeias

Boassas

Com uma posição privilegiada, enquadrada no Vale do Bestança e debruçada sobre o Rio Douro, a aldeia de Boassas integra a rede das Aldeias de Portugal desde 2005.

Caraterizada pelas suas ruas estreitas e pátios típicos, rodeada de natureza e paisagens de cortar a respiração, detém um património edificado, de grande valor com vários edifícios nobres, centenários a merecerem destaque.

Lar de uma das mais ilustres figuras do concelho, o explorador Alexandre de Serpa Pinto, esta aldeia participou também, em 1938 no célebre concurso do Estado Novo, para eleição da Aldeia mais Portuguesa de Portugal.

Refira-se ainda que é nesta aldeia que se pode ver a única árvore de interesse público do concelho de Cinfães, um cipreste-comum com mais de 150 anos.

Gralheira

Localizada nos limites do concelho, em plena Serra do Montemuro, a cerca de 1100 metros de altitude, a aldeia da Gralheira é também conhecida como a “Princesa da Serra”.
Com uma paisagem deslumbrante, rodeada de lameiros férteis e verdejantes, propícios à criação de gado, esta é uma das atividades principais na aldeia e uma das principais fontes de riqueza das suas gentes.

Esta localidade é conhecida pelos seus invernos rigorosos e pelas quedas de neve, que acontecem com alguma regularidade e que oferecem panoramas magníficos a partir deste local.
No centro da povoação ainda é possível vislumbrar algumas casas típicas, construídas com granito e algumas delas, ainda cobertas de colmo.

Esta aldeia é caraterizada também pela sua população unida e dinâmica, destacando-se ainda a gastronomia local, divulgada e dinamizada pelos dois restaurantes aqui existentes, que brindam os seus clientes com fantásticas iguarias, como a vitela arouquesa, cabrito e anho assados em forno de lenha, cozidos, arroz de salpicão, entre outros.

Bustelo da Lage

Localizada na encosta do Rio Bestança, a aldeia de Bustelo (ou Bustelo da Lage) carateriza-se pelo seu aglomerado rural, a envolvente de caminhos empedrados, os moinhos, palheiros e espigueiros.
As eiras, característicos espaços planos, lajeados de granito, com boa exposição solar, onde ainda hoje os habitantes partilham as tarefas agrícolas e é ponto de encontro e convívio.

As tradições estão ainda muito presentes no quotidiano e a agricultura é uma parte integrante da vida nesta aldeia.

Sendo um reflexo da cultura popular da Serra, nesta localidade são percetíveis as disparidades geográficas, ambientais e paisagísticas entre a Serra do Montemuro e o Vale do Bestança.

Vale de Papas

Aldeia típica de raízes frias e contidas, com um aglomerado rural concentrado, que propõe uma das melhores experiências rurais. Com tradição de gado e cereais, é basicamente composta de pequenas edificações de pedra e telhado de colmo, com planta retangular e um único compartimento, onde constam a lareira com cozinha e forno, e a alcova com cama e pequena zona de descanso. Paralelamente, predomina um forte conjunto de cortes de gado para animais e espigueiros para armazenamento da produção agrícola.

O núcleo rural central apresenta uma eira comunitária, com arrecadação, capela e calçadas com origem no período romano.

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IGREJAS & CAPELAS

Igreja de Nossa Srª da Natividade de Escamarão

Apesar do seu caráter tardio, a Igreja de Nossa Senhora da Natividade de Escamarão assume uma especial importância devido à sua implantação estratégica, na confluência dos rios Paiva e Douro.

Igreja composta por nave única e capela-mor retangular, ambas definidas por maciços muros. Com exceção da janela gótica que rasga a parede fundeira da capela-mor e da pequena rosácea que ao nível da nave encima o arco triunfal, a iluminação do interior desta pequena Igreja é feita por estreitas frestas que se rasgam em ambos os alçados da nave e capela-mor. Vários autores a enquadram no chamado tardo-românico.

Tanto o naturalismo dos motivos florais que ornam a arquivolta central do portal principal e a interior da janela gótica da capela-mor, como a forma quadrangular dos cachorros da nave e dos da proa da cabeceira concorrem para testemunhar uma cronologia tardia, algures por volta do século XIV.

No interior da Igreja impera o granito e o mobiliário litúrgico remanescente foi concebido já nos tempos modernos. Testemunhos vários informam-nos que existia, pelo menos até inícios do século XX, uma pintura mural nesta Igreja e que tem vindo a ser atribuída ao século XVI.

Capela de S. Pedro do Campo

Devido à pureza dos seus ares serviu este local também para tratar a tuberculose, pelo que a casa junto à capela – construção do século XIX pode ter também servido para abrigo de doentes ou de passantes ocasionais, em complemento do apoio do culto.

Igreja de Santa Maria Maior de Tarouquela

A importância histórica de Tarouquela é hoje apenas assinalada pela remanescente Igreja que era parte integrante de um dos primeiros mosteiros femininos da ordem de São Bento a sul do Douro.

A sua origem, em meados do século XII, associa esta casa monástica a um casal, Ramiro Gonçalves e sua esposa D. Ouruana Nunes, que adquiriram uma herdade que fora de Egas Moniz, dito o Aio de Afonso Henriques, e sua mulher.

Igreja de Santa Marinha (Matriz)

O interior da Igreja matriz é rico quer em espólio quer em arte. “Do património artístico, guarda a paróquia uma cruz românica de ferro, talvez do século XIV, de pontas florenciadas, com Cristo de cabeça levemente inclinada sobre o ombro esquerdo. (…) Possuí também um custódia renascença, com ócolo flanqueado por dois pares de colunelos e quatro tintinábulos pendentes da cúpula. A antiga imagem da padroeira, de pedra ançã do século XV para XVI, preside num nicho sob o fecho da empana, ao largo fronteiro à entrada” (Costa, 1979, p.388).

Manteve-se o púlpito de madeira em talha com painéis laterais e cornija dórica, que “avançaria 4 palmos fora da parede, com o seu cachorro” (Costa, 1992, p. 651).

Igreja Matriz de Travanca

No altar-mor estão as imagens da padroeira, em madeira e a de São José. Nos laterais está o Sagrado Coração de Jesus, São Sebastião, Nossa Senhora da Livração, Beato Nuno Álvares Pereira, Santa Filomena, Santa Bárbara e Nossa Senhora de Fátima.

Igreja Matriz de Tendais

A Igreja matriz da paróquia de Tendais, cujo orago é Santa Cristina (de Bolsena), localizada no lugar de Quinhão, é uma reconstrução de 1767, de estilo barroco nacional tardio. O edifício actual, construído durante o governo pombalino, substitui um anterior, provavelmente medieval.

A torre sineira assenta no centro da fachada desta Igreja, de nave única. Tem no seu interior quatro altares, para além do altar-mor (dois laterais e dois colaterais).

O teto é decorado com uma representação da última ceia.

Igreja Matriz de Souselo

No interior, é composta pelo altar-mor, dois altares laterais, dois colaterais e dois púlpitos. A tribuna do altar-mor foi colocada pouco antes de 1719.

Em 1998 iniciaram-se as obras de beneficiação do interior do templo, foi colocado um novo teto, chão, as paredes foram restauradas e os altares pintados.

Foi também colocado um altar de pedra no corpo da capela-mor, limpa a parede exterior da igreja e procedeu-se ainda ao alargamento do adro e do respetivo empedramento.

Igreja Matriz de Ramires

A Igreja é modesta, de pequenas dimensões. Foi recuperada durante o ano de 1993 e conta com as imagens de Santa Marinha e Santo António no altar-mor e Nossa Senhora do Rosário, Sagrado Coração de Jesus e Nossa Senhora de Fátima nos altares laterais.

Igreja Matriz de Moimenta

A Igreja possuía três altares laterais, com colunas salomónicas decoradas com cachos e pássaros. O altar-mor foi reconstruído nos princípios do século XVIII e o retábulo parece ter sido recortado de maneira a caber no local onde se encontra, podendo ser proveniente de outro local.

Ao longo do tempo, este templo foi sofrendo alterações e nos anos 70 foram retirados os altares de madeira e o púlpito, nos anos 80 removeram-se todas as massas, quer das paredes interiores, quer das exteriores.

O altar-mor é embelezado pelas imagens do padroeiro, que data, provavelmente, do séc. XVIII e de Santo António. Nos altares laterais estão as imagens de Nossa Senhora do Rosário, Sagrado Coração de Jesus, São Pedro, Menino Jesus, São Sebastião e Nossa Senhora da Conceição.

Igreja Matriz de Fornelos

Este templo apresenta uma forma alongada, sendo a capela-mor um acrescento.
Tanto a Igreja como a residência anexa têm um estilo apalaçado, de passagem do séc. XVII para o XVIII.

No interior os altares laterais são dedicados à Senhora do Rosário e do Nome de Jesus, sendo completado pelas imagens de São Martinho, Nossa Senhora da Assunção, S. Sebastião e São José no altar-mor e Santa Bárbara, Nossa Senhora do Rosário, Sagrado Coração de Jesus e Nossa Senhora de Fátima nos altares laterais.

Igreja Matriz de Ferreiros de Tendais

A Arquitectura religiosa barroca. Igreja de nave única, coro-alto capela-mor e sacristia. Fortemente iluminada por 6 janelões em cada um dos alçados laterais.
No interior, tectos de madeira de caixotões policromados e com imagens de santos. Retábulos do estilo nacional, decorados com parras e cachos de uvas. Lambril de azulejo padrão seiscentista reveste o interior do edifício.

Igreja Matriz de Espadanedo

No interior deste templo são várias as imagens representando santos, nomeadamente São Cristóvão e Santo António no altar-mor, Sagrado Coração de Jesus, Santa Teresinha, São Pedro, São Sebastião, Nossa Senhora das Dores, Cristo crucificado, Santa Rita, Nossa Senhora de Fátima, o Menino Jesus, Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora da Conceição nos altares laterais.

Igreja Matriz de Cinfães

Arquitectura religiosa, barroca e neoclássica. Igreja de nave única, transepto saliente, coro-alto, capela-mor e sacristia.
Exuberância da fachada em detrimento dos outros alçados. Fachada-torre com exonártex, solução que se repete nas Matrizes de Mezio e Moura Morta (Castro Daire). Iluminação por janelas em capialço. Abóbada de berço no transepto e capela-mor e falsa abóbada de berço de madeira na nave.
Capelas retabulares ladeiam a nave, com tipologia e decoração tardo-barroca.

Igreja Matriz de Bustelo

A Igreja é um templo modesto, construído com grandes blocos de granito, com torre sineira adossada à esquerda.
No adro, ainda hoje estão duas arcas tumulares antropomórficas, que parecem pertencer ao culto cristão na época da monarquia suevo-visigótica.

O interior do templo é simples, embelezado pelas imagens de São João Baptista e Nossa Senhora de Fátima no altar-mor e Sagrado Coração de Jesus, Menino Jesus, Santa Bárbara e Santo António, Senhora do Rosário, Santa Teresa, São José e São Sebastião nos altares laterais.

Igreja Matriz de Alhões

Em 1726, a Igreja ainda não possuía sacrário, mas detinha já três altares, sendo os laterais dedicados à Senhora do Rosário e ao Nome de Jesus.

Em 1955 foram concluídas as obras de aumento e restauro da igreja, dando origem ao edifício atual, com torre sineira assente na lateral da fachada principal.

A decoração interior é escassa, contudo são visíveis as imagens de S. Pelágio e Nossa Senhora dos Remédios no altar-mor. Nos altares laterais estão Nossa Senhora do Rosário e Sagrado Coração de Jesus.

Igreja Matriz da Gralheira

No centro da povoação ergue-se um pequeno templo, todo ele em granito, templo este que ainda não possuía sacrário no início do séc. XVII. Possuía no entanto três altares, sendo os laterais dedicados a São Sebastião e a Nossa Senhora do Rosário.

Em 1950 esta foi ampliada e foi erigida a torre sineira, substituindo o velho campanário que aí existia.

No interior estão presentes as imagens da Senhora da Agonia, Senhora do Rosário e São Gonçalo no altar-mor, Nossa Senhora da Graça, Santo António, São Sebastião, Sagrado Coração de Jesus, Imaculado Coração de Maria e São José nos altares laterais.

Na igreja modernamente alongada, preside como padroeira a Senhora da Graça, realizada artisticamente numa escultura de madeira, talvez dos começos do Séc. XVII.

Igreja de São Cristóvão de Nogueira

Com a fachada voltada para o vale do Douro, a Igreja de São Cristóvão de Nogueira é representativa da organização e formação das paróquias na Baixa Idade Média (1000-1453).

Composto por uma só arquivolta dominada pelo arco envolvente, na aduela do fecho vemos uma inscrição, bastante apagada, mas que pode traduzir-se em IHS, alusão a Cristo enquanto Salvador dos homens.

A cachorrada da nave é bastante rica ao nível da temática esculpida. Figuras humanas e vários focinhos de animais recordam-nos que, particularmente durante a época românica, os modilhões foram assumidos como um elemento fulcral da composição arquitetónica.

O teto da nave mostra um rico trabalho barroco de artesoado e pintura, onde 57 painéis criaram um autêntico santoral: santos e santas da contrarreforma, santos bispos, apóstolos, mártires e os intercessores bem conhecidos do devocionário popular.

Capela das Portas de Montemuro

Localizada nos limites do concelho de Cinfães, na parte mais elevada do mesmo, esta capela teve origem num nicho com imagem de Nossa Senhora do Amparo, ao qual começavam a acorrer peregrinos, aumentando significativamente o número de devotos.

Em 1758, a população da aldeia de Alhões constrói no mesmo local uma capela.

Hoje em dia esta é apenas utilizada para celebrar eucaristia no dia em que aqui se realiza a feira anual, no terceiro domingo de Agosto.

Devido à sua localização, há já alguns anos que esta capela não possui qualquer imagem no seu interior, pois todas as que aí se encontravam foram furtadas.

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Museus

Museu Serpa Pinto

Na envolvente ao jardim e com o mesmo nome do Explorador Cinfanense, o edifício que outrora serviu de Posto da Guarda e Cadeia foi rorganizado num espaço de promoção e partilha da vida de Serpa Pinto.

Museu Etnográfico de Nespereira

Além do espaço interior, recheado com o legado de uma mostra de utensílios, práticas e experiências, tem ainda um espaço amplo exterior, onde se expõe uma eira, um canastro e todo o conjunto de alfaias próprias da atividade agrícola. O espaço, multifuncional, recebe ainda vários tipos de eventos como exposições e ações temáticas e didácticas/pedagógicas.

Museu Escola de Vilar do Peso

Criado como um espaço cultural secular, com alusão à experiência escolar do séc. XX, o Museu Escola de Vilar do Peso é um projeto exemplar de demonstração da cultura popular local.
Com uma reconstrução minuciosa da sala de aula nas diferentes épocas desde a primeira república aos pós 25 de Abril, apresenta e demonstra todas as práticas, utensílios e

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Natureza

Miradouro do Teixeirô

Sobranceiro ao rio Douro, na foz do Bestança, este miradouro permite contemplar diversos motivos de interesse de Baião e Cinfães a albufeira de Pala, as Aldeias de Porto Manso e Boassas, o Mosteiro de Ancede, a linha ferroviária do Douro, a ponte de Mosteirô e o cais de Porto Antigo.

Baloiço do Bestança

No meio do rio Bestança, encontramos um baloiço perfeito para aproveitar os dias quentes de verão e para fotos perfeitas no meio da natureza.

Parque de Sampaio e Mourilhe

A foz do rio Sampaio em plena bacia do rio Douro, é um local de paixão. Tem um percurso pedestre ao longo do curso do rio, que confere paisagens únicas. O espaço de Mourilhe, anexo à ribeira é uma marginal circundante à barragem de Carrapatelo, com as mais diversas valências de apoio e lazer.

Parque da Ponte da Balsa

Junto a uma antiga ponte em arco, inserida numa zona fluvial, o espaço tem servido de cenário à realização de atividades de cultura e lazer.

Parque de N. Sra. De Lurdes

Situado num espaço arborizado e com vegetação abundante, dispõe de bancos e mesas em pedra. Pela sua morfologia natural, constitui um anfiteatro natural, com excelentes condições acústicas, onde se realizam várias atividades e concertos ao ar livre. É sem dúvida o ex-libris de Nespereira, um local para visitar, passear, descansar, merendar ou, simplesmente, relaxar em contacto direto com a natureza.

Só para aguçar o apetite, há um moinho de água recuperado e uma ponte antiga, uma antiga levada que é atualmente um trilho de excelência, com trechos de passadiços, para se adentrar pela floresta encantada e ir ao encontro de segredos até há pouco desconhecidos.

Cascata de Barrondes – Parque de Lazer de Barrondes

A Cascata de Barrondes está longe de ser colossal, mas tem um enquadramento paisagístico tão deslumbrante que não resistimos a apontar-lhe os holofotes como um dos pontos imperdíveis dum roteiro para visitar Cinfães. Também conhecida como Cascata da Ribeira de Tendais, esta linda cascata é formada pelas águas cristalinas do Ribeiro de Barrondes (ou Ribeira de Tendais) em consecutivas quedas de água, abraçadas por densa vegetação, que dão ainda origem a pequenos e refrescantes poços.

Junto dela estão os moinhos de Barrondes e respetivas levadas, que fazem parte do conjunto de 40 moinhos pontilhando a ribeira desde a nascente, na Serra do Montemuro, à foz, no Rio Bestança. A cascata não dista mais do que 50 metros do Parque de Lazer de Barrondes, pequeno mas muito agradável para desfrutar da tranquilidade e frescura deste espaço natural, com fonte de água, mesas para merendas e até grelhadores. Fica à beira da estrada que liga Cinfães às Portas de Montemuro, mais concretamente entre os lugares de Meridãos e Fermentãos.

Parque do Ladário

O parque da floresta do Ladário é um espaço de identidade própria, com condições naturais únicas, assentes no conjunto de espécies florestais que marcam a história e tipologia do local.

Tem vindo agora a ser utilizado para a prática de caminhadas nos vários percursos pedestres existentes, e para o treino e desenvolvimento de BTT (ciclismo de montanha), pelas grandes vantagens que oferece para a modalidade.

Cais do Escamarão – Praia Fluvial

Ir ao encontro do Douro descendo ao Cais de Escamarão onde o esperam lazer e aventura em igual medida. Na confluência do rio Paiva com o rio Douro, o pequeno cais evoluiu para ser tornar num dos melhores spots para banhos de rio, aventuras na água, picnic familiar ou simplesmente estender o corpo na toalha.

Porto Antigo

Porto Antigo foi, outrora, um importante ponto de paragem dos barcos rabelos que transportavam o vinho do Porto da região do Douro Vinhateiro até ao Cais de Gaia. Atualmente já não vai por lá encontrar barcos rabelos, mas, no seu bonito cais, vai poder apreciar um sem número de embarcações, entre elas os famosos barcos-cruzeiro que diariamente navegam pelas águas do Douro.

Do cais de Porto Antigo terá ainda a oportunidade de observar, de bem perto, a foz do rio Bestança e o espelho de água em que o Douro se transforma por causa da Barragem do Carrapatelo. Renda-se à tranquilidade e beleza do cais de Porto Antigo desfrutando, descontraidamente, de uma bela esplanada no snack-bar à beira-rio. Os mais ativos também encontram soluções para “gastar” o tempo, mas na água.

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História

Ponte de Soutelo

A ponte de Soutelo, com características medievais, foi construida sobre o rio Bestança para unir a travessia pedestre e em carros de vacas, numa das rotas mais importantes para a região; entre Soutelo e o lugar da Granja.

Ponte de Covelas

A ponte de Covelas, uma ponte moderna de estilo barroco, situa-se na freguesia de Ferreiros de Tendais, fazendo a travessia do rio Bestança entre as freguesias de Ferreiros e Tendais.

Parque megalítico de S. Pedro

As Três Mamoas de São Pedro fazem parte daquilo que, na arqueologia pré-histórica, se chama megalitismo. No interior destes monumentos eram exumados os defuntos e decorreriam diversos rituais.

Muralha das Portas de Montemuro

A Muralha das Portas ocupa o lugar fronteiriço entre os concelhos de Cinfães e Castro Daire conhecido como Portas de Montemuro. A identificação cronológica e funcional do sítio tem sido um mistério ao longo das décadas, tendo já sido teorizado como castro, acampamento romano, castelo medieval e cerca de gado.

Monte das Coroas

O sítio arqueológico do Castro das Coroas situa-se na freguesia de Ferreiros de Tendais, mais precisamente no lugar conhecido como Cabouco ou Monte das Coroas.
Trata-se, tipologicamente, de um castro (povoado fortificado) datável da Idade do Ferro (embora exista a possibilidade de uma ocupação da Idade do Bronze) e com apropriação pelo menos até à época romana.

Há ainda a destacar a existência, junto ao castro, de duas furnas escavadas no saibro. Os dois monumentos de grandes dimensões, dos maiores já encontrados no Concelho, parecem ter tido uso habitacional e/ou agrícola. E é muito provável que tenham sido habitados desde a Idade Média.

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Onde Comer

Restaurante Solar de Montemuro

Tendais Azevedo, Cinfães 4690-760 Portugal

GASTRONOMIA
Portuguesa
Refeições
Almoço, Jantar

Tasquinha do Amado

Largo das Pombas, Cinfães 4690-029 Portugal

COZINHAS
Steakhouse, Europeia, Saudável, Portuguesa
Refeições
Almoço, Jantar

Restaurante o rabelo

Rua Capitão Salgueiro Maia, Cinfães 4690-047 Portugal

 

COZINHAS
Europeia, Mediterrâneo
Adequado a vegetarianos

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